Hostel em Madrid: The Hat

Posts sobre hospedagens são sempre complicados de escrever, já que eu não sou turista em Madrid e muitas vezes recebo minha família ou amigos em casa. Mas quando alguém conhecido vem e fica hospedado em um hotel ou hostel, eu sempre peço a opinião sincera para poder compartilhar aqui e dessa vez minha amiga Gabi, que também é jornalista, fala sobre como foi sua hospedagem no The Hat, considerado um ótimo hostel em Madrid.
Confesso que já conhecia o The Hat, mas não como hóspede e sim como cliente do bar que fica no rooftop e que é aberto a todos (mas que sempre lota). Como adoro o bar e a localização, disse pra Gabi que achava que poderia ser uma boa opção e isso foi o que ela achou:

Gabi arrasando em Madrid

“Em setembro de 2016, fui pela primeira vez a Madrid e fiquei no The Hat, que fica na Calle Imperial, 9, bem no corazón da capital espanhola. Paguei 60 euros pelo quarto individual. Fiquei apenas uma noite, dessa primeira vez.
Do aeroporto, peguei o metrô e andei bastante até encontrar a tal Calle Imperial, 9, sorte que os madrilenhos eram muito atenciosos e me ajudaram a achar o local. Quando cheguei lá fui muito bem atendida e tive que esperar um pouco até que meu quarto estivesse pronto. Em frente ao hostel, tem um mini Carrefour e algumas lojinhas.
Chegando no quarto, foi tudo lindo. Cama de casal, TV, banheiro com chuveiro dentro do quarto. Na cama tinha uma sacola ecológica personalizada do The Hat e pirulitos.

Foto: divulgação.

O quarto tinha uma sacadinha e ar-condicionado, o que foi muito útil no calorão do início de setembro. Na manhã seguinte, eu precisava ir a Barajas para pegar um voo cedinho para Ibiza. Então, pedi, no dia anterior, na recepção, que agendassem um shuttle. Custou 7 euros (muito mais barato que o táxi) e na hora marcada o senhor do shuttle estava lá para me pegar. Os 7 euros eu paguei em dinheiro para o motorista.
Quase um mês depois, voltei ao The Hat com uma amiga brasileira. Desta vez, ficamos num quarto misto compartilhado com outros dois meninos. As camas eram de madeira e tinham gavetões embaixo, como a maioria dos hostels. Tinha cortininha nas camas para dar mais privacidade e luzinha na parede, para ler à noite sem incomodar os outros. O quarto tinha ar-condicionado também, mas o banheiro era do lado de fora. Tinha um banheiro por andar.

Foto: divulgação

Para quem quiser café da manhã farto e baratinho, o hostel oferece no lobby um vale desayuno por 6 euros. Você paga na hora e pode se servir à vontade com torradas, cereais, leite, iogurte, frutas etc. Descendo as escadas tem mais opções.

Foto: divulgação

Também tem o terraço, onde rolam uns encontrinhos no happy hour. Fui lá uma noite e estava lotado, inclusive com pessoas de fora do hostel. Mas os preços dos drinques não eram tão convidativos.

Terraço do The Hat

Mas achei bem legal que há um funcionário do hostel que passa batendo de porta em porta convidando os hóspedes para o terraço.
Também participei do Free Walking Tour, como faço em todas as cidades. Às 10h, o guia passou na recepção para pegar o grupo e mostrar o centro da cidade. (Não é o hostel que organiza o free walking tour, é uma atividade de todos os hostels). É grátis, mas, ao final, é de bom tom dar uma “propina” (gorjeta) para o guia.
  • Pontos negativos

O banheiro compartilhado era um pouco longe do meu quarto e era pequeno. Tinha apenas duas cabines para tomar banho e dois sanitários (com porta, claro).
Apesar de já ter morado em um hostel por 3 meses na Austrália e dividido o banheiro milhares de vezes, fiquei um pouco desapontada com o banheiro do The Hat. Por ter poucos chuveiros por andar, tinha uma fila de espera para o banho no horário de pico. Como já mencionei, era setembro, ou seja, baixa temporada e o hostel não estava lotado. Então, penso que em julho, por exemplo, deve ser difícil tomar banho lá.
Outra coisa foi o chuveiro. O hostel tem uma bandeira sustentável, o que é bem bacana! Mas é meio chato, quando você está lá no meio do banho, com xampu no cabelo, depois de bater perna o dia inteiro…e o chuveiro desliga por causa do temporizador. Além disso, as pessoas deixavam a porta do banheiro aberta e qualquer um que passava no corredor podia te ver trocando de roupa ou escovando os dentes.
  • Pontos positivos

Eu gostei muito da localização. Se você for do aeroporto ao hostel de metrô, é meio complicadinho arrastar a mala pela Plaza Imperial, que tem paralelepípedo. A estação mais próxima é Sol, mas é uma boa caminhada de uns 10 minutos. Mas se for de táxi fica de boa. Uma vez que você está lá no hostel, dá para fazer tudo a pé. O hostel é bem pertinho da Puerta del Sol e tem muita coisa pra fazer na redondeza.
Também adorei o terraço e a equipe do hostel. Eles são bem bacanas e gentis. O wifi funciona perfeitamente. Os quartos são ótimos, é só torcer para não dividir com um hóspede que ronca, como foi meu caso. Se for com a família ou com mais de uma pessoa, os quartos privados são muito confortáveis. Dá a impressão de estar em um hotel pequeno. No geral, gostei muito da experiência e, quando voltar a Madrid, ficarei pela terceira vez no The Hat”.

Foto: divulgação

Quer se hospedar no The Hat? Você pode fazer sua reserva pelo Booking clicando aqui. Reservando através desse link, você paga o mesmo preço e eu recebo uma pequena comissão 🙂

Related Post

Escreva um comentário

Seu e-mail não será divulgado


*


Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.